OS TANGOS DE BUENOS AIRES
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PORQUE VER UM SHOW DE TANGO???

A ARGENTINA É UM DOS PAISES MAIS PROEMINENTES DA AMERICA LATINA QUANDO SE FALA EM CULTURA.   O TANGO É UMA DAS PEÇAS MAIS FORTES CRIADA E INSERIDA NA CULTURA ARGENTINA.         Sua origem encontra-se na área de Rio de la Plata, na cidade de Buenos Aires. A música do tango não tem uma origem muito clara. De acordo com estudos que não dispõem de numerosa documentação, o tango descenderia da habanera e se interpretava nas zonas portuárias de Buenos Aires e Montevidéu, nas duas últimas décadas do século XIX, com violino, flauta e violão. Nessa época inicial, era dançado por dois homens, daí o fato dos rosto virados, sem se fitar. Depois, já nos anos 1910, como o sucesso em Paris, foi aceito pela aristocracia argentina.O tango argentino, começou a ultrapassar fronteiras já no início do século XX, quando marinheiros franceses levaram, ao seu país natal, isso por volta de 1907. Paris se apaixonou pelo tango, uma dança exótica e sensual para os parisienses, o que fez com que muitos artistas argentinos viajassem e até se radicassem na capital francesa.Os pesquisadores do gênero identificam duas fases de ouro do tango: a primeira, nos anos 1920, quando várias figuras do ambiente artístico de Buenos Aires, inclusive muitos literatos como José Gonzalez Castillo e Fernán Silva Valdez, canalizaram seus esforços no fomento do tango. Nos anos 1920, cantores como Carlos Gardel, Ignacio Corsini e Agustín Magaldi, e cantoras como Rosita Quiroga e Azucena Maizani, venderam muitos discos na florescente indústria discográfica argentina e difundiram o tango para fora da Argentina.     Os anos 1940 marcaram a segunda época de ouro do tango, quando novos valores do tango como Aníbal Troilo, Astor Piazzolla e Armando Pontier se juntaram a nomes consagrados como Francisco Canaro e Carlos di Sarli, isso sem contar o fenômeno de popularidade que foi Juan D'Arienzo.O tango argentino foi considerado como Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a divulgação Cultura 1 em 30 de setembro de 2009, em Dubai.

IMPORTANTE

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ABAIXO, VEJA,  AS PRINCIPAIS CASAS DE TANGO DE BUENOS AIRES

RECOMENDAÇÃO DO MES

.Buenos Aires - Cidade do Tango O efeito cultural e econômico após a Segunda Guerra Mundial, combinado com a aparição de novos criadores, o contexto social e a aceitação do público, geraram a partir de 1940 o auge do tango a nível popular em Buenos Aires, dando como resultado um movimento cultural denominado Década de Ouro. Nesses anos, mais de cinqüenta orquestras atuavam diariamente em cabarés, boates, cafés, restaurantes e salões de baile. Tão importante e transcendente foi o apogeu do tango que inclusive os grandes clubes esportivos, como River Plate, San Lorenzo, Racing Club e o próprio Luna Park, abriam suas portas às grandes concentrações de público que assistiam arrastados pela euforia "tanguera" que se alastrava por todo o território de Buenos Aires, que já era a "Cidade do Tango". A década de ouro brilha novamente. Pouco mais de cinco décadas depois, Tango Porteño recria de forma mágica e misteriosa essa época de ouro que soube ser o reinado indiscutido do tango, a grande paixão de toda a sociedade argentina. Tango Porteño propõe um roteiro no tempo por esses gloriosos anos em Buenos Aires, quando se respirava e desfrutava tango em todos os cantos da cidade. Tango Porteño é um espaço maravilhoso onde vivem e convivem todas as personagens da Década de Ouro do tango. As grandes orquestras de Canaro, Fresedo, Piazzolla, De Caro, Gobbi, Biagi, De Angelis, Di Sarli, D'Arienzo, Lomuto, D'Agostino e, é claro, os inesquecíveis Troilo e Pugliese, que por aquele então desenvolviam todo seu potencial e, em uma saudável, porém exigente competição, disputavam o reinado no Chanteclair, Armenonville, Marabú, Tabaris, Tibidabo e tantos outros que sumiram na implacável transformação da grande cidade. Tango Porteño Tango Porteño recupera essa essência e a cristaliza em um lugar único e irrepetível. Recria magicamente a época mais importante e transcendente da história do tango, emoldurando-a luxuosamente em um prédio daqueles anos que foi um cinema-teatro propriedade da Metro Goldwyn Meyer. O velho e querido Metro, a apenas uns passos do Obelisco, hoje se transforma em Tango Porteño, um lugar que combina uma requintada ambientação e resgata o puro estilo déco da época de ouro, complementando-se com um elenco artístico, produções insuperáveis e uma variedade gastronômica de grande qualidade que honra a época que representa. De outra forma não podia ser, porque Tango Porteño é a imagem de Buenos Aires, a "Cidade do Tango".

A vista da janela mais espetacular da cidade, misturando o rio que trouxe os imigrantes que dariam origem ao tango, com os edifícios mais modernos da Argentina, é reconhecer que o tango está vivo.
Aproveitar da "experiência" Madero Tango é realmente conhecer onde o tango vive. Esse gênre musical recentemente declarado patrimônio humano, é muito mais que a memória de suas décadas douradas. Hoje o tango é excitante, em movimento, faz você se apaixonar... Está definitivamente vivo e é a história real e vívida da vida cotidiana. Madero Tango é o único lugar do seu tipo onde o presente e o passado se fundem para criar um vínculo entre o público e o tango que nunca é esquecido.
Viva o tango, curta Madero Tango! 

Nascido nos subúrbios da crescente Buenos Aires o Tango foi-se modelando.

A dança foi um elemento essencial para a difusão do gênero, o ritmo alegre e animado, e o triste e sentimental.

Também se virou um ponto importante a letra, onde cada cantor dava seu selo pessoal. Entre os destaques brilhou Carlos Gardel, "El zorzal criollo", indiscutível divulgador do tango, que freqüentava desde sua fundação, em 1890, este histórico "Café de los Angelitos".

O tango alcança seu ápice de popularidade nos anos 40, época da poesia e das grandes orquestras. A radiofonia e o cinema contribuíram notavelmente para levá-lo a um período de sucesso até os começos dos anos 50.

Entre 60 e 70, as preferências populares foram direcionadas para outros gêneros. No entanto, o tango teve um momento de especial criatividade em suas variantes modernas, especialmente com Astor Piazzolla. Nos anos 80, com a companhia Tango Argentino, o gênero fez furor em Paris e em Broadway.

Atualmente "esse sentimento triste que se baila" tem atraído o interesse das gerações mais jovens e têm surgido compositores que cultivam o tango, música que hoje se escuta no mundo inteiro.

Neste show apresentamos os diversos tempos pelos que foi transitando o Tango.

Assim, este café concorrido por grandes personalidades há mais de um século, hoje tem o orgulho de reabrir suas portas para receber aos novos visitantes que vão se deleitar com nossa dança e nossa música em um show único e incomparável.

Poeta, jornalista, roteirista, dramaturgo, diretor de cinema. Homero Manzi revolucionou o tango, transformando suas letras em poesia. Homero Nicholas Manzione Prestera, mais conhecido como Homero Manzi nasceu na província de Santiago del Estero em 1 de Novembro de 1907. Aos 9 anos, ele foi enviado a Buenos Aires, onde ele dividiu suas horas de estudo com suas andanças pelo bairro de Boedo. Em 1921, quando ele tinha apenas 14 anos de idade, ele produziu sua primeira música, a valsa "Porque no me besas". Já em 1933, gozou de grande prestígio entre seus colegas por suas obras "Milonga sentimental" e "Milonga del 900", que foram levadas ao disco pelo grande Carlos Gardel. Mais tarde, ele se aventurou na escrita de vários meios gráficos, como a revista Radiolandia ou o Critical Journal. Em 1937, ele começou seu prolífico trabalho como roteirista e diretor de cinema, sendo seus trabalhos mais famosos: A guerra gaúcha, A velha caixa de dinheiro, Onde as palavras morrem, Pobre, minha amada mãe. Entre 1948 e 1950, junto com Aníbal Troilo, deu a conhecer suas três composições principais: Sur, Che bandoneón e Discepolín. Vítima de câncer, morreu em 3 de maio de 1951. Na sua morte, legou uma obra cheia de poemas de tango: El Pescante, Minha noite triste, Malena, Barrio de tango, De Barro, Mão Branca, A última Organito, Não, esquerda, Romântico, Lloraras, chorar, etc. Uma obra como Sur basta para descrever Homero Manzi como um homem de Buenos Aires, com amor por sua terra e com a convicção de que a tradição é a fonte natural da fisionomia de um povo. 

No início de século, em Buenos Aires uma tradicional família de imigrantes italianos, com seus baús cheios de Recordacoes de sua terra natal, uns poucos pertences e muita ilusão.
Se instalaram bem perto do porto, em Barracas, bairro tradicional, de pessoas  trabalhadoras, indústrias e fábricas; Ali em seu coração, na cinco esquina frente à Velha estação. Construiram um grande armazém , que com o tempo foi um dos mais grandes e prestigiosos da regiao. O chamaram "Armazéns Brenta e Roncoroni".
A arquitectura tradicional, a cargo de um dos seus fundadores, contempla tectos abovedados, colunas de ferro, pisos adoquinados em quebracho colorado, três níveis, e detalhes de grande solidez em quanto a sua estrutura.
Respeitando a visão de quem o criou, inspirado pelo lugar, e alimentando sonhos, Fernando Soler lo recicla integralmente mantendo intacta a estrutura.
A sua entrada se percebe a elegância e bom gosto de sua refinada decoração, recriando a essência daquele lugar onde começou a brilhar o tango em todo seu esplendor, e foi assim  que aquele armazém de vendas gerais se transformou hoje em um magnífico teatro a que muitos batizaram como "La Catedral del Tango". (A CATEDRAL DO TANGO)
Neste mesmo local é instalado "Senhor Tango", Uma das maiores casas de espetáculos de Buenos Aires, onde Fernando Soler, o Sr. tango é o protagonista indiscutível.
O espírito do tango vive em cada canto desta casa, e como disse alguma vez o historiador de Barracas, Enrique Horacio Pucci, "Barracas fue el bairro que por primeira vez puso a Buenos Aires um bandoneón em seu regaço". 


Mar del Plata, Argentina, 11 de março de 1921. Astor Pantaleón Piazzolla, filho único de Asunta Manetti e Vicente Piazzolla (que se chamava Nonino) nasceu naquele lugar e momento. Quatro anos depois, a família mudou-se para Nova York e morou lá por mais de uma década, exceto por um retorno fugaz em 1930. Quando Astor tinha 8 anos, seu pai lhe deu um bandoneon de 18 dólares. "Ele trouxe embrulhado em uma caixa, e eu fiquei feliz: eu pensei que eram os patins que eu tinha perguntado tantas vezes. Foi uma decepção, porque em vez dos patins encontrei um dispositivo que não tinha visto na vida »(*). Após várias tentativas de resultado enxuto, o menino estudou alguns meses com um músico amigo de seu pai, Andrés D'Áquila, e ousou tocar em público. Em 1933 ele teve aulas com uma pianista húngara, Bela Wilda, discípula do grande Sergey Rachmaninov. O próprio Astor se lembra: Wilda tinha um piano de cauda. Nem meus pais nem ele tinham muito dinheiro. (.) Comecei a ter aulas com a professora porque minha mãe fazia o serviço de manicure gratuitamente e duas vezes por semana eu lhe enviava uma enorme fonte de macarrão. (.) Ele me ensinou a amar Bach. »(*) Logo depois ele conheceu Carlos Gardel que se tornou amigo da família. O cantor costumava usar a criança como tradutor e mensageiro e insistiu em uma curta metragem do filme Tango Bar (1935), interpretando uma criança vendendo jornais. Esta sequência, inconsequente para o filme, ligou de forma premonitória, quase mágica, o tango clássico com o criador que o renovaria. Em 1936 a família Piazzolla retornou a Mar del Plata e Astor começou a tocar em alguns conjuntos. O adolescente ouviu o sexteto de Elvino Vardaro (anos depois, seu violinista) e ficou encantado com a maneira diferente pela qual expressava o tango. Em 1938 ele se estabeleceu em Buenos Aires. Depois de testar forças em conjuntos menores, ele teve sua oportunidade de ouro: ele entrou na famosa orquestra de Aníbal Troilo Pichuco, intérprete lendário do bandoneon, que ele reconheceu como um de seus professores.